
Somos seres sociais em permanente prisão domiciliária e o ego funciona como pulseira electrónica. Estamos prisioneiros dos nossos relacionamentos, das nossas convicções, de tudo o que nos provoca uma falsa segurança. Erguemos muralhas á nossa volta e colocamos grades no coração . A vida é arriscada e nós escondemo-nos dentro da fortaleza que construimos . Procuramos impedir tudo aquilo que nos faz gritar de dor e reduzimo-nos a um estado de cegueira emocional. E por isso EXISTIMOS mas não VIVEMOS....
É muito ténue a fronteira que separa a sanidade da loucura. O nosso interior pode estar em ebulição mesmo que á superfície a aparência seja de calmaria.
Bom fim de semana